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Realidade Virtual como experiência de marca

July 11, 2017

Fomos conferir a edição Brasília de um dos maiores encontros sobre tecnologia do mundo, a Campus Party, que reúne empreendedorismo, inovação, ciência e game. Entre palestras, batalhas de robôs e corrida de drones, estávamos curiosos para ver como as outras empresas estão usando a realidade virtual e compartilhar as oportunidades que o studioHub enxerga no uso desta tecnologia.

 

As construtoras e imobiliárias já enxergaram a vantagem na apresentação de imóveis ainda em fase de construção para os clientes através da tecnologia de Realidade Virtual (ou VR, virtual reality), associado ou não ao uso de óculos, como um diferencial competitivo para venda e marketing. Ao invés do alto investimento em stands de venda decorados, que podem custar até R$ 300 mil e exigem o deslocamento do cliente, a visita aos imóveis pode ser feita através da experiência imersiva em um modelo 3d. O recurso pode ser disponibilizado na página do empreendimento na internet, mas a principal tendência desta tecnologia para o mercado imobiliário é na área de vendas, já que o corretor, munido apenas de um modelo de óculos VR e o seu próprio smartphone, tem ferramentas para levar o imóvel até seus potenciais clientes.

 

Numa etapa anterior, em projetos de arquitetura, o studioHub investe no uso da realidade virtual aliada a software BIM para transmitir a aplicação do conceito do negócio às soluções espaciais de modo eficaz para os clientes e demais equipes envolvidas. Isso permite maior entendimento da concepção do negócio como um todo, o que, mais do que reduzir o tempo de reuniões e de revisões de projeto, garante o alinhamento das soluções das diversas especialidades envolvidas na implantação do projeto. A partir da visualização espacial integral, as equipes trabalham de forma mais interativa e eficiente. Assim evita-se erros de comunicação e entendimento, o que se traduz em trabalho colaborativo mais efetivo, redução de tempo e otimização dos recursos disponíveis através do planejamento de cada fase do projeto.

 

Além dos benefícios diretos na apresentação e acompanhamento da obra, também vislumbramos a VR como uma potente ferramenta de suporte à arquitetura ao fornecer recursos sólidos para implantar ou revitalizar negócios pela captação de recursos financeiros ou pelo fortalecimento da marca ao proporcionar uma nova experiência ao usuário. Através da Realidade Virtual, pode-se transportar o cliente para dentro das imagens 360°do futuro empreendimento para vender um produto ou efetivar a contratação de um serviço pela antecipação da experiência espacial projetada. Este tipo de apresentação tem um impacto positivo na aquisição já que boas experiências que trabalham com a emoção atraem mais pessoas e ficam guardadas na memória. Assim, antes mesmo do espaço construído como fim, nosso objetivo é projetar um universo de experiências que reforce a imagem da marca e a fixe na cabeça das pessoas.

 

A construção desta experiência deve se voltar para o que o potencial cliente está realmente interessado e potencializar a transmissão de uma mensagem pela divulgação da marca pelo marketing na web ou em stands de pré-venda. Definir o objetivo do uso da tecnologia é muito importante como decisão estratégica.

 

Outros mercados já vislumbraram as possibilidades da Realidade Virtual. Veja abaixo a ação da Renner para divulgar o seu Preview Outono-Inverno 2015.

 

 

Produtos e serviços apresentados em tour virtual 360° tem o dobro de probabilidade de gerar interesse. Era só dar uma volta pela Campus Party para ver o efeito atrativo deste tipo de tecnologia: os óculos VR garantiram fila nos stands da Ford, onde o visitante podia passear no novo Fusion Hybrid, e no simulador em que se podia experimentar a sensação de voar de asa delta.

 

Quando se fala do impacto em vendas, os Estados Unidos são grandes entusiastas dos Tours 360° com resultados comprovados que dizem que páginas na web com este recurso recebem 50% mais cliques, a permanência é de 5x mais tempo e cerca de 41% destas visitas são revertidas em visitas presenciais. Imagine usar este recurso para antecipar vendas e captar recursos antes mesmo do espaço ser construído.

 

Este recurso ainda é pouco usado em escritórios no Brasil, mas, de acordo com uma pesquisa feita pela CGarchitect, a tecnologia VR para visualização arquitetônica já é aplicada por 40% dos escritórios na Europa e 21% dos Estados Unidos. O studioHub está lançando um produto de imersão VR para divulgação de uma nova marca de academias projetada pelo escritório no entorno de Brasília e logo para divulgar a construção de uma clínica médica. Nós apresentamos o vídeo em primeira mão aqui.

 

 

 

Acreditamos na Realidade Virtual não como fim, mas como ferramenta importante para criar um maior envolvimento com o cliente e divulgar o conceito do negócio através da interação espacial num ambiente virtual. O studioHub acompanha seus clientes no início da sua jornada, estruturando o caminho e garantindo que seu destino será uma experiência incrível, com uma forma mais pessoal de se trabalhar para alcançar resultados e gerar envolvimento com o público.

 

 

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